Letelier, substantivo próprio. Nome (ou prenome de pessoa), colhido por mim com o próprio Letelier Rodrigues da Silveira - servidor do condomínio do qual sou comunheiro.
A origem e significado do nome ele não soube explicar, entretanto informou que seu pai leu o nome em um jornal e, por questão de gosto, registrou o filho (nascido em 1979) com o nome Letelier e, como já tinha uma filha Letícia, ficaria com os dois na letra L.
Nessa época, o nome Letelier em evidência era de uma família chilena cujos representantes mais expressivos eram Orlando Letelier - Ministro e Embaixador - e seu filho Juan Pablo Letelier - Senador.
Mais remotamente encontramos Le Tellier, Miguel (1603 - 1685), estadista , ministro de Luis XIV. Nomeado chanceler e guarda dos selos em 1677, e como tal assinou a revogação do Édito de Nantes. Criou também um formato de papel (34cm X 44cm) que passou a ser adotado nas repartições públicas francesas. Papier à la Tellière, derivado do próprio nome. (v. A Douzat).
Outro Letelier (ou Le Tellier) Miguel, (1648 - 1719), jesuita nascido em Vire e falecido em Flèche. Foi o último confessor de Luis XIV.
Há também Carlos Telier, engenheiro francês, n. em Amiens-1828, m. em Paris-1913. Especializou-se na industria do frio, assinalando grande progresso na conservação e transporte de gêneros alimentares, o que lhe valeu a cognominação de Pai do Frio.
Nota-se que Letelier como nome de batismo, ou prenome, só apareceu com o Letelier Rodrigues da Silveira, ora trazido a este registro. (Será o primeiro?).
Aguardamos que comentários venham a enriquecer este pequeno histórico, especialmente quanto à significação de Le Telier, Letelier, Telier.
domingo, 8 de julho de 2007
domingo, 13 de maio de 2007
Língua Portuguesa em Revistas e Jornais
A Revista de TV (O Globo) de 13.05.2007, página 4, na entrevista de Roberto Justus, quando ele fala de aparências, saiu, atribuida a ele, esta frase: "Quero um sócio que tenha uma aparência descente". É inacreditável. Qualquer homem de negócios preferiria ter um sócio subinte e não descente. O tema da conversa era aparência e provavelmente ele disse que queria um sócio decente, trajado adequadamente, o que escapou à percepção do entrevistador.
Na mesma data, a Revista de Domingo (JB), página 21, ao entrevistar o joalheiro Natan, escreve - a ele atribuindo - que: "Fechar um mal negócio pode ser melhor do que esperar pelo bom". Apesar de estrangeiro, empresário de sucesso como é, ( e haja sucesso) e agora escritor, não teria ofendido tão gravemente a Gramática. O provável é que tenha dito: "Fechar um mau negócio pode ser melhor do que esperar pelo bom". O entrevistador não captou bem a mensagem.
Na mesma data, a Revista de Domingo (JB), página 21, ao entrevistar o joalheiro Natan, escreve - a ele atribuindo - que: "Fechar um mal negócio pode ser melhor do que esperar pelo bom". Apesar de estrangeiro, empresário de sucesso como é, ( e haja sucesso) e agora escritor, não teria ofendido tão gravemente a Gramática. O provável é que tenha dito: "Fechar um mau negócio pode ser melhor do que esperar pelo bom". O entrevistador não captou bem a mensagem.
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segunda-feira, 23 de abril de 2007
Barra da Tijuca
Hoje faz 50 anos que a graciosa atriz e empresária teatral Záquia Jorge morreu tragicamente ao cair num perau da praia da Barra da Tijuca, quando se banhava em companhia de várias outras artistas.
Um guarda-vidas retirou, do perau em que caíra, o corpo da atriz, momento em que sua amiga Celeste Aída abraçou-se ao cadáver, chorando copiosamente. (Página histórica de O Globo).
A atriz e empresária teatral criou o teatro profissional nos subúrbios cariocas. O Teatro de Madureira passou a chamar-se Teatro Záquia Jorge, em sua homenagem. A cidade, no Bairro da Freguesia - Ilha do Governador - também ganhou uma Rua com o nome de Záquia Jorge.
(Obs.: perau é sinônimo de poço profundo, caminho falso, cova de areia formada pela arrebentação das ondas, pego, itaimbé.)
Um guarda-vidas retirou, do perau em que caíra, o corpo da atriz, momento em que sua amiga Celeste Aída abraçou-se ao cadáver, chorando copiosamente. (Página histórica de O Globo).
A atriz e empresária teatral criou o teatro profissional nos subúrbios cariocas. O Teatro de Madureira passou a chamar-se Teatro Záquia Jorge, em sua homenagem. A cidade, no Bairro da Freguesia - Ilha do Governador - também ganhou uma Rua com o nome de Záquia Jorge.
(Obs.: perau é sinônimo de poço profundo, caminho falso, cova de areia formada pela arrebentação das ondas, pego, itaimbé.)
quarta-feira, 18 de abril de 2007
É Preciso Coragem para Voar no Brasil
O Globo noticiava em 18/04/1957. Falhas de ordem técnica que afetam, desde longo tempo, a segurança de vôo da aviação civil, serão reveladas pelo Sindicato Nacional dos Aeronautas, em assembléia-geral no próximo dia 25.
Nem parece uma notícia que tem 50 anos. Parece que estamos vivendo aquele momento.
Nem parece uma notícia que tem 50 anos. Parece que estamos vivendo aquele momento.
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segunda-feira, 16 de abril de 2007
Aditamento: Língua Portuguesa - Globalização
Fica aditado que o " Telefone Celular" tira o seu nome da cédula constituida pela antena transceptora e pelo espaço abrangido por esta.
(Resultado do trabalho conjunto dos wikcionaristas Antoniolac e Voz da Verdade)
www.filologia.org.br
pt.wikitionary.org
wikipedia.org
(Resultado do trabalho conjunto dos wikcionaristas Antoniolac e Voz da Verdade)
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quarta-feira, 4 de abril de 2007
Língua Portuguesa - Globalização
Telefone móvel ou telefone celular. São duas locuções substantivas - sinônimas/sinónimas -designativas do aparelho telefônico/telefónico portátil (Br. celular, P. telemóvel).
De qualquer modo são expressões da Língua Portuguesa à disposição dos seus falantes, e compreensíveis a qualquer um deles.
A primeira tira o nome da portabilidade do aparelho, da facilidade do seu transporte, do seu uso. A segunda extrai o seu nome do processo de fabricação do aparelho - grupamento de células.
O fato relevante e que motivou este registro/registo foi o aparecimento do primeiro nome - telefone móvel - na imprensa brasileira (antes só usado em Portugal), na edição de 29/03/2007, página 3, do suplemento Info Extra, do jornal Extra do Rio de Janeiro, que noticiava a perspectiva/perspetiva de termos esse bem à disposição, brevemente, no mercado brasileiro, em nova modalidade, ou seja um telefone móvel via internet, através do chamado "Google Phone", com a tecnologia VoIP.
Fica o registro/registo.
De qualquer modo são expressões da Língua Portuguesa à disposição dos seus falantes, e compreensíveis a qualquer um deles.
A primeira tira o nome da portabilidade do aparelho, da facilidade do seu transporte, do seu uso. A segunda extrai o seu nome do processo de fabricação do aparelho - grupamento de células.
O fato relevante e que motivou este registro/registo foi o aparecimento do primeiro nome - telefone móvel - na imprensa brasileira (antes só usado em Portugal), na edição de 29/03/2007, página 3, do suplemento Info Extra, do jornal Extra do Rio de Janeiro, que noticiava a perspectiva/perspetiva de termos esse bem à disposição, brevemente, no mercado brasileiro, em nova modalidade, ou seja um telefone móvel via internet, através do chamado "Google Phone", com a tecnologia VoIP.
Fica o registro/registo.
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sexta-feira, 30 de março de 2007
O Globo Publicou
Em 16/03/1957: "Obra do Túnel Rio-Niterói vai atrasar." E mais: "cerca de 30 empresas de ônibus já requereram prioridade para atravessar o túnel.
O Cinqüentenário do anteprojeto (da obra reclamada desde 1875 "?") passou em brancas nuvens. Esperamos que não dêem oportunidade de comemorar o Centenário de tamanha ineficiência administrativa.
Da mesma página histórica: "15 hectares de matas, em Tinguá, foram devastadas por exploradores de carvão e dormentes." Neste caso, com mais 50 anos, no ritmo em que vai o desmatamento, talvez consigamos inaugurar o Grande Deserto de Tingá, bem juntinho à Região Metropolitana do Grande Rio de Janeiro. Merecemos?!
O Cinqüentenário do anteprojeto (da obra reclamada desde 1875 "?") passou em brancas nuvens. Esperamos que não dêem oportunidade de comemorar o Centenário de tamanha ineficiência administrativa.
Da mesma página histórica: "15 hectares de matas, em Tinguá, foram devastadas por exploradores de carvão e dormentes." Neste caso, com mais 50 anos, no ritmo em que vai o desmatamento, talvez consigamos inaugurar o Grande Deserto de Tingá, bem juntinho à Região Metropolitana do Grande Rio de Janeiro. Merecemos?!
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